Rio de janeiro cidade sitiada,
Onde o “coro” come de dia e na madrugada,
A fé no dia a dia do trabalhador,
Atitudes de seqüestro pelo próprio doutor
Inúmeros templos ligados a nada,
Na noite toda sempre com muita balada,
Carteira vazia e grana no bolso,
Vagabundo ta chegando e ta roendo osso.
Muitas biografias de traficantes,
Lembra do Pedro Don? Nome elegante.
Ruas desertas pintadas por grafiteiro,
Vendedor ambulante? Tem no mundo inteiro.
A sociedade foca na zona sul,
Mas aqui o trafico come solto do “pavão” ao “azul”
Sempre esperando um playboy chegar,
Vai de “preta”, ou “branca” deixa a duvidada no ar,
Antes quem dava alegria agora usa de covardia
O “crack” deixou de ser coisa boa e já virou epidemia.
Vou parar por aqui, se não acabam as linhas,
Eu sou DDD 021 e tenho a minha quadrilha.
Alexandre Boarro
Saber amar é saber se amar
Há 5 anos