
Eu sou único, sou louco, doido, de tudo nem tão pouco. Grito, choro, canto, danço leio e encanto.
Sendo não sendo tecendo o saber da vida, que cria, judia me maltrata e me acaricia.
Homem bicho solto, do mato, do raso, do lago e às vezes do esgoto. Humano, gente, descente, infiel e contente.
Romântico, nem tanto, com flores na estação do outono. No sério, insano, do popular não me engano.
Sou crente, não sou fiel, nem macumbeiro, nem budista e nem freqüento bordel. No céu, no inferno, do outro lado perto e certo.
Te digo, te suplico te xingo e te irrito, sou chato malcriado, talvez um pouco educado. No frio te suplico te mando recado certo errado sou sempre eu mesmo ao meu lado.
Alexandre Boarro
tá ficando bom nisso...rs
ResponderExcluiramor p/sempre...
bjs