quarta-feira, 15 de junho de 2011

Soneto do Eclipse do Amor


Faz minha boca ter água em demasia
Gosto único do beijo e uma boa companhia
Os pensamentos se perdem em meio a fumaça
As taças se brindam em momentos de risadas

Ai você não disfarça
Passa os lábios na boca e um beijo me tasca
Seu corpo tem caminho de desejo
Unindo bom vinho amor, gostoso, e regados de beijo

Maravilhosa sua forma de amar
Na sua cama quero sempre me deitar
E até um eclipse você faz formar

Gelado o frio que dividimos
Gostoso amor que sentimos
Por isso um do outro não fugimos.


Alexandre Boarro

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Insônia


Insônia...
Numa noite de outono eu me deparei chorando
São lagrimas de rosas
Eu estava aos prantos
Quando vi o seu retrato
De baixo do meu travesseiro
Acendi um cigarro
Tinha um bilhete de baixo do cinzeiro
Dizendo que mesmo distante ela estava ali
Mesmo eu não havendo eu poderia sentir
Parece coisa de criança
Mas mantive a esperança
De um dia te encontrar de novo
Numa noite dessas qualquer de verão....

Desejo toda sorte pra você
Que os anjos do universo te protejam.
Eu vou sempre te amar
Onde quer que você esteja

De nada vai adiantar
Você fugir de mim
Eu vou te encontrar
Pra mim
Secar as minhas lagrimas de rosas
Com seu perfume de jasmim
Te trazer de volto pro meu cobertor
E dessa vez
Até o fim...


Desejo toda sorte pra você
Que os anjos do universo te protejam.
Eu vou sempre te amar
Onde quer que você esteja


Alexandre Boarro

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Segredo


Eu ando disfarçando segredos
Olhando para todo mundo
Caminhando sem medo

Quero ter um novo rumo
Um caminho distante
O importante é encontrar
Antes que você me alcance

Me de beijos em demasia
Desperta minhas fantasias
Me provoca com loucura
Me distrai com truques e magias

Somos todos perfeitos
Buscando imperfeições
Somos todos segredos
Disfarçados em canções

Meu mundo é igual ao seu
Cada cantinho é pura semelhança
Vemos pastos verdes
E rios cheios de crianças

Só quero ser eu mesmo
E não ter mais segredo
Jogando fora o medo
E te dando desejo

Minha raiz esta em seus pés
Meu pilar é você
Sei bem quem tu és
Por isso eu amo você


Alexandre Boarro

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Amor e vinho


Hoje me tornei escravo da sorte
Como pode?! Eu que tenho tanto talento,
Viver nesse tormento
Num quarto escuro

Ouvindo um radio baixinho
Uma voz vinda da janela
Me confundiu
Não sei mais se é real
Ou se é uma simples mortal

Mas se for surreal
O que estou sentindo, for me consumindo
E eu deixar de ser eu
Novamente eu volto a ouvir a voz
Na janela ou no radio baixinho

Uma voz declarando um poema
Eu sozinho numa cama pequena
Esperando você
Vendo esse outono passar
A te esperar
Naquela mesma janela
Onde eu havia escutado um poema

Ver você minha pequena
Em minha vida passar
Pedindo para estar La
E eu nessa tormenta
Na mesma cama pequena
Onde eu tenho que pensar
Em reparar o que pode dar errado
Com o meu coração
Não tem remédios pra paixão
A dor assusta me incomoda
Quando ela me sufoca,
Vejo o seu retrato
Comigo ao lado
Penso em você como era bom
Esse prazer faz de nós um som
Som de pecado, amor sincero
É bom ter você do meu lado

Preciso arrumar a mesa, por tudo do meu jeito
Com o seu cheiro
E uma flor do lado
Uma rosa vermelha
Abro a janela, o sol se faz presente
Ele quer entrar e estar convidado
Na mesa ponho aquele nosso retrato
O vinho ta no ponto
Temperatura 7graus, seu numero da sorte
O som também quer entrar
Olha só que lindo
É o som que sempre ouvimos
E que sempre esteve na minha janela
No meu quarto escuro
Confundindo com um radio baixinho
Poesia, um violão nada mais que isso
Basta sentir a vibração
Agora basta você se aproximar do meu lado
Eu vou falar baixinho
Como poesia, de dizer que o mundo
Só tem graça quando vivemos com alegria
Que essa nossa energia
Que é tão linda
Hoje se transformou em amor.



Alexandre Boarro

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O Pensar


Poesias são como bactérias saidas de nossas bocas e espalhadas pelo ar, de modo que chegam no corpo da pessoa certa, invade a cabeça da pessoa errada e infecta as vezes nós mesmos!

Alexandre Boarro

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

La pra Lapa


A resposta da carta leva hoje apenas alguns segundos
Pois, já encurtaram a distancia do mundo
Compactou pessoas mesclou as classes sociais.
E tudo o que sabem fazer é vender revistas e jornais..
Noticias: Brasil país da prudência
A mulher deixou de lado as revistas de fofoca e caiu na presidência
Puta que pariu o meu Rio de Janeiro é cenário do cinema
Ate “velozes e furiosos” foi gravado em Ipanema.
Se liga só! Arcos da lapa paraíso de estrangeiro
Pelourinho, Olodum, tudo isso junto o ano inteiro
É o samba é sacana e só tem cana
E se tudo misturar neguim só da bamba.
Sabe como é domingo tem feira, tem maracá e tem role
Vou me despedindo dessa rima, com sintonia na evolução
De quem não complica e segue firme e forte na vida!



Alexandre Boarro

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

No seu sorriso


Me deixa ouvir a paz que vem do som do mar
Já que eu ainda não te tenho, deixa eu sonhar
A maré me trás uma lembrança
Logo eu largo aquele, sorriso de criança

Eu vou pro mar surfar
Tentar quem sabe te esquecer
Pois sei que logo mais
Eu não vou poder mais te ver

Chego em casa a noite me espera
Um vento sopra forte e abre a minha janela
Não sei se isso é um sinal
Mas levantou de novo meu astral

Eu vou sair e vou zuar
Vou fazer tudo que eu puder
Mesmo que eu não te veja mais
Vou fazer tudo que eu quiser

Para te você pra mim
Eu vou até o fim
Não sei se vou sofrer, porem
O amor, não faz mal a ninguem

Eu vou pro mar surfar
Tentar quem sabe te esquecer
Pois sei que logo mais
Eu não vou poder mais te ver



Alexandre Boarro

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sem explicação


Impossivel imaginar, o que sinto por você
Já não posso explicar, somente escrever

Porque..

De tão louco que é
Já deu pra ver
Que você é muito mais que uma mulher
Por isso eu quero te ter

Vem direto para mim
Deixa eu ter o seu amor
Não faça nada agora
Espero o tempo que for

Pra te ter assim
Um dia a mais pra mim

Mas se não der
Vou tentar te esquecer
Mas eu sei...
Que isso é dificil acontecer

(uma música que compus afm de repassar)

Alexandre Boarro

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sangue Vermelho - Igualdade


Sou eu doutor, cheguei porque vi a praça vazia
Vi que o eu queria não estava ali...
Já tinha fugido
Porque meu filho, o que foi que aconteceu dessa vez
Não sei doutor, o rapaz nada fez


Discriminação...

Oooohh discriminação doutor
Isso pode ter sido o motivo que esta estampando pela própria cor
Não dou motivos..
A governantes filhos da puta
Ladrões do poder...poder....poder paralelo

Nada me ensinam na escola
Aprendi com vida, caminhando aqui fora

Doutor, cade meu irmão? era um simples menino
Trabalhador, conhecimento era seu maior fascinio
Acredita em Jáh, como único salvador, amém

Flores no mar, mando pra Iemanjá também...
Eu vou ...atrás de respostas e luz
Eu vou mas querendo saber o que conduz
A maldade que fazem com os irmãos.

Irmão da cor, todo sangue é vermelho, tudo igual....tudo igual
De braços dados, a mistura é total...mistura total

Salve! Salve! Salve reggae raiz (igualdade aos irmãos)
Salve! Salve! Save reggae raiz
Salve! Salve! Salve reggae raiz

Alexandre Boarro

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Oração


Cantarolando eu caminhei sozinho
sobre ruas com chão batido de barro
E esse por muito tempo foi o meu destino
Vendo a chuva cair do meu lado

Foi quando meu coração acelorou
E uma imagem em minha frente eu vi
Era o Senhor que me salvou
E que sempre estava ali

Do meu lado pronto a me ajudar
É o Senhor Jesus o Jeová
Para mostrar que eu caminho
E Ele sempre a me guiar

Não tem porque temer a nada
Com o Senhor no meu lado
Não perderei nehuma batalha

Pois minha fé é em ti Senhor
Faz com que eu seja um vencedor
E levantarei a minha voz
Vou cantar mais alto que eu puder


Agradecer em oração
Seja onde eu estiver

Glorias ao Senhor Jesus
O nosso Pai criador
Aquele sempre nos conduz
E que nos leva a verdadeira luz....

Amém meu Pai amado, obrigado por todas as glorias e bençãos em minha vida, a ti dedico todas minha vitórias


Alexandre Boarro

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

GREENPEACE.COM


Eu lembro do ronco do motor daquela motoserra.
Daqueles machados afiados e tristes
Que ao bater em meu tronco sentia minha cabeça trepidar
Uma alma ruim e sem sentimentos
Me atacando
Logo eu parado ali e indefeso
Nada podia fazer para conter aquele odio voraz
A vibração em seus olhos, o vermelho da sua pele
Me causava medo ao mesmo tempo...
Pena...
É...eu sentia pena dele.
Eu indefeso, numa inercia bruta em sua frente
Pobre coitado...
Eu sou apenas uma árvore e sei o que você esta fazendo
já você...
Julgas não entender o que faz
Permanece no mais febril desmatamento
Usando uma parte do nosso futuro
Da nossa simples estadia aqui.
Para tirar seu sutento
Comida com mão suja é o que levas pra casa
...

Uma ávore, pensa e sente muito mais do que quem a derruba..

Alexandre Boarro – Junto do GREENPEACE – www.greenpeace.com

A diferença quem faz...somos nós mesmos!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Jeito de Amar


Deixe o tempo nos dizer
O que falta pra nós dois
Eu estou louco pra te ver
Não sei deixar para depois

Porque...

A nossa forma de amar
O jeito simples do amor
É tão bom é tão bonito

A nossa forma de amar
O jeito simples do amor

É tudo que eu preciso




Alexandre Boarro

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Roberta


Agora pouco tempo falta
Pra eu te trazer de volta
Pra mim

E poder trazer de volta o nosso futuro
Que eu já havia escolhido pra nós
Antes de te conhecer

Porque em meus pensamentos
Em meio a tormentos
Eu vi você

Toda linda
Corpo de menina
Sorriso que fascina

E assim agora eu sou só alegria
Fico louco para que passe logo
Os simples dias

E de volta poder sorrir
Ao seu lado
E ter você pra mim...


Alexandre Boarro

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

1 + 1 = 3


Andava meio solitário
Caminhava sempre sem rumo algum
Até você aparecer do meu lado
E juntos caminhando sendo apenas um
Dividimos o mesmo quarto
Juntamos todos os nossos laços

Você chegou do nada
Pra me alegrar e eu ser mais feliz
Nosso amor é fora de serio
É vida que sempre quis

Vou fazer de tudo
Pra ter você pra mim
Por que o pra sempre é eterno
E com você eu vou até o fim

Agora não sou solitário
Isso por que tenho você
Fiz confundir o matemático
Onde um mais um viraram três

Essa paixão tão intrigante
Desperta mais o meu desejo
Hoje eu apenas amo
E ao deitar eu agradeço
Às vezes é tão difícil
Acordar sem ter você
Mas logo esse sacrifício
Vais acabar sem perceber

Por que um ao outro ama
E de volta vamos dividir a mesma cama



Dedicado a minha esposa Roberta, uma pessoa muito especial e querida na minha vida. A qual eu amo muito.


Alexandre Boarro

sábado, 2 de outubro de 2010

Forrozeira


Vem menina, vem com seu jeito vem dobrando a esquina
Por que o reggae ele logo se aproxima
E mais tarde o forró vai começar

Me de espaço
Um beijo rápido, logo eu quero um abraço
Me de sua mão e me envolva com seu braço

Cheiro no pescoço
E sinto o suor da sua mão
Saia rodada arrastando no chão

Uma rasteira
Que faz você flutuar
Brinco de pena, hoje eu vou me apaixonar



Alexandre Boarro