segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

La pra Lapa


A resposta da carta leva hoje apenas alguns segundos
Pois, já encurtaram a distancia do mundo
Compactou pessoas mesclou as classes sociais.
E tudo o que sabem fazer é vender revistas e jornais..
Noticias: Brasil país da prudência
A mulher deixou de lado as revistas de fofoca e caiu na presidência
Puta que pariu o meu Rio de Janeiro é cenário do cinema
Ate “velozes e furiosos” foi gravado em Ipanema.
Se liga só! Arcos da lapa paraíso de estrangeiro
Pelourinho, Olodum, tudo isso junto o ano inteiro
É o samba é sacana e só tem cana
E se tudo misturar neguim só da bamba.
Sabe como é domingo tem feira, tem maracá e tem role
Vou me despedindo dessa rima, com sintonia na evolução
De quem não complica e segue firme e forte na vida!



Alexandre Boarro

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

No seu sorriso


Me deixa ouvir a paz que vem do som do mar
Já que eu ainda não te tenho, deixa eu sonhar
A maré me trás uma lembrança
Logo eu largo aquele, sorriso de criança

Eu vou pro mar surfar
Tentar quem sabe te esquecer
Pois sei que logo mais
Eu não vou poder mais te ver

Chego em casa a noite me espera
Um vento sopra forte e abre a minha janela
Não sei se isso é um sinal
Mas levantou de novo meu astral

Eu vou sair e vou zuar
Vou fazer tudo que eu puder
Mesmo que eu não te veja mais
Vou fazer tudo que eu quiser

Para te você pra mim
Eu vou até o fim
Não sei se vou sofrer, porem
O amor, não faz mal a ninguem

Eu vou pro mar surfar
Tentar quem sabe te esquecer
Pois sei que logo mais
Eu não vou poder mais te ver



Alexandre Boarro

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sem explicação


Impossivel imaginar, o que sinto por você
Já não posso explicar, somente escrever

Porque..

De tão louco que é
Já deu pra ver
Que você é muito mais que uma mulher
Por isso eu quero te ter

Vem direto para mim
Deixa eu ter o seu amor
Não faça nada agora
Espero o tempo que for

Pra te ter assim
Um dia a mais pra mim

Mas se não der
Vou tentar te esquecer
Mas eu sei...
Que isso é dificil acontecer

(uma música que compus afm de repassar)

Alexandre Boarro

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sangue Vermelho - Igualdade


Sou eu doutor, cheguei porque vi a praça vazia
Vi que o eu queria não estava ali...
Já tinha fugido
Porque meu filho, o que foi que aconteceu dessa vez
Não sei doutor, o rapaz nada fez


Discriminação...

Oooohh discriminação doutor
Isso pode ter sido o motivo que esta estampando pela própria cor
Não dou motivos..
A governantes filhos da puta
Ladrões do poder...poder....poder paralelo

Nada me ensinam na escola
Aprendi com vida, caminhando aqui fora

Doutor, cade meu irmão? era um simples menino
Trabalhador, conhecimento era seu maior fascinio
Acredita em Jáh, como único salvador, amém

Flores no mar, mando pra Iemanjá também...
Eu vou ...atrás de respostas e luz
Eu vou mas querendo saber o que conduz
A maldade que fazem com os irmãos.

Irmão da cor, todo sangue é vermelho, tudo igual....tudo igual
De braços dados, a mistura é total...mistura total

Salve! Salve! Salve reggae raiz (igualdade aos irmãos)
Salve! Salve! Save reggae raiz
Salve! Salve! Salve reggae raiz

Alexandre Boarro

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Oração


Cantarolando eu caminhei sozinho
sobre ruas com chão batido de barro
E esse por muito tempo foi o meu destino
Vendo a chuva cair do meu lado

Foi quando meu coração acelorou
E uma imagem em minha frente eu vi
Era o Senhor que me salvou
E que sempre estava ali

Do meu lado pronto a me ajudar
É o Senhor Jesus o Jeová
Para mostrar que eu caminho
E Ele sempre a me guiar

Não tem porque temer a nada
Com o Senhor no meu lado
Não perderei nehuma batalha

Pois minha fé é em ti Senhor
Faz com que eu seja um vencedor
E levantarei a minha voz
Vou cantar mais alto que eu puder


Agradecer em oração
Seja onde eu estiver

Glorias ao Senhor Jesus
O nosso Pai criador
Aquele sempre nos conduz
E que nos leva a verdadeira luz....

Amém meu Pai amado, obrigado por todas as glorias e bençãos em minha vida, a ti dedico todas minha vitórias


Alexandre Boarro

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

GREENPEACE.COM


Eu lembro do ronco do motor daquela motoserra.
Daqueles machados afiados e tristes
Que ao bater em meu tronco sentia minha cabeça trepidar
Uma alma ruim e sem sentimentos
Me atacando
Logo eu parado ali e indefeso
Nada podia fazer para conter aquele odio voraz
A vibração em seus olhos, o vermelho da sua pele
Me causava medo ao mesmo tempo...
Pena...
É...eu sentia pena dele.
Eu indefeso, numa inercia bruta em sua frente
Pobre coitado...
Eu sou apenas uma árvore e sei o que você esta fazendo
já você...
Julgas não entender o que faz
Permanece no mais febril desmatamento
Usando uma parte do nosso futuro
Da nossa simples estadia aqui.
Para tirar seu sutento
Comida com mão suja é o que levas pra casa
...

Uma ávore, pensa e sente muito mais do que quem a derruba..

Alexandre Boarro – Junto do GREENPEACE – www.greenpeace.com

A diferença quem faz...somos nós mesmos!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Jeito de Amar


Deixe o tempo nos dizer
O que falta pra nós dois
Eu estou louco pra te ver
Não sei deixar para depois

Porque...

A nossa forma de amar
O jeito simples do amor
É tão bom é tão bonito

A nossa forma de amar
O jeito simples do amor

É tudo que eu preciso




Alexandre Boarro

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Roberta


Agora pouco tempo falta
Pra eu te trazer de volta
Pra mim

E poder trazer de volta o nosso futuro
Que eu já havia escolhido pra nós
Antes de te conhecer

Porque em meus pensamentos
Em meio a tormentos
Eu vi você

Toda linda
Corpo de menina
Sorriso que fascina

E assim agora eu sou só alegria
Fico louco para que passe logo
Os simples dias

E de volta poder sorrir
Ao seu lado
E ter você pra mim...


Alexandre Boarro

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

1 + 1 = 3


Andava meio solitário
Caminhava sempre sem rumo algum
Até você aparecer do meu lado
E juntos caminhando sendo apenas um
Dividimos o mesmo quarto
Juntamos todos os nossos laços

Você chegou do nada
Pra me alegrar e eu ser mais feliz
Nosso amor é fora de serio
É vida que sempre quis

Vou fazer de tudo
Pra ter você pra mim
Por que o pra sempre é eterno
E com você eu vou até o fim

Agora não sou solitário
Isso por que tenho você
Fiz confundir o matemático
Onde um mais um viraram três

Essa paixão tão intrigante
Desperta mais o meu desejo
Hoje eu apenas amo
E ao deitar eu agradeço
Às vezes é tão difícil
Acordar sem ter você
Mas logo esse sacrifício
Vais acabar sem perceber

Por que um ao outro ama
E de volta vamos dividir a mesma cama



Dedicado a minha esposa Roberta, uma pessoa muito especial e querida na minha vida. A qual eu amo muito.


Alexandre Boarro

sábado, 2 de outubro de 2010

Forrozeira


Vem menina, vem com seu jeito vem dobrando a esquina
Por que o reggae ele logo se aproxima
E mais tarde o forró vai começar

Me de espaço
Um beijo rápido, logo eu quero um abraço
Me de sua mão e me envolva com seu braço

Cheiro no pescoço
E sinto o suor da sua mão
Saia rodada arrastando no chão

Uma rasteira
Que faz você flutuar
Brinco de pena, hoje eu vou me apaixonar



Alexandre Boarro

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Semente


Tudo que eu escrevo é so para lembrar
Que não adianta só falar
Guardar a palavra não so na mente
Para que enfim se brote a semente

A mente, semente “ se “ mente

Tudo que eu escuto eu dou razão
Faço de coisas ditas
Frases e canção
Abrindo assim a sua mente

A mente? Semente “se” mente na mente

Mas olha só que confusão
Fiz você se destrair e roubei seu coração
Sabe o que aconteceu
Arrumei um cantinho e guardei perto do meu

E assim se transformou em um só coração
E um sonho rolou
Para um dia eu acordar
E ver que mesmo longe estamos perto do mar

Semente, semente na mente, “se” mente na mente

Em quanto durar

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Da paixão Oculta


Das coisas certas que fiz nada levei
Das incertezas que tive tudo criei
Dos medos mais profundos eu sempre sonhei
Com coisas de outro mundo nunca estarei

Sem nenhuma certeza que ia dar certo eu criei
Sem ver o resultado eu saltei
No maior esforço meu desbravei
Assim como foi infinito e notei

Com um amor formado por coisas reais me apaixonei
Assim com seu jeito de menina me encantei
Fazendo poesias com frases que citei

Mas de tudo isso nada sei
Misturei o simples, e o básico criei
Porque o que vem depois eu nunca saberei


Alexandre Boarro

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Sereia


Tudo começou foi naquele lugar
Na cachoeira bem do La de cá
Tudo começou foi naquele lugar
Na cachoeira que você foi se banhar

A sua roupa modelando o seu corpo
Boca molhada e vento no seu pescoço
Te arrepiou mas foi minha intenção
Prefiro o beijo e toque da sua mão

Tudo começou foi naquele lugar
Na cachoeira bem do lado cá
Tudo começou foi naquele lugar
Na cachoeira que você foi se banhar

Tire a roupa ponha ela pra secar
A natureza é testemunha do lugar
Pele molhada e sorriso encantador
Corpo de sereia venha ser o meu amor.

Tudo começou foi naquele lugar
Na cachoeira bem do lado cá
Tudo começou foi naquele lugar
Na cachoeira que você foi se banhar



Alexandre Boarro

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Estou de volta pra Ela


Sinto falta dos nossos beijos na varanda
Da sua boca linda dizendo que me ama
Do cheiro gostoso seu que fica na cama

Sinto falta dos miojos, e dos lanches de quinta feira
Dos seus sanduiches e de nossas bebedeiras

Sinto falta das roupas espalhadas no sofá
Da nossa forma de amar
Dos nossos filmes juntinhos

Sinto falta das suas macarronadas
Da coca-cola gelada
Da sua roupa molhada.

Sinto falta das faxinas de domingo
Do video game sempre sorrindo
E de você dormindo

Mas só sinto falta disso tudo, porque em todos esses momentos você estava presente em minha vida.
E assim espero que continue, agora nessa nova fase juntos.
Você é mais que especial, é fora do normal.

É a pessoa que sempre quis.



Alexandre Boarro

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Só pra ver você passar


Passo o tempo vendo fotos antigas
Me distranindo com fofocas velhas em revista
Isso tudo pra fugir da dor
Passo horas no meu computador.

Não consigo mais olhar a janela.
Olho para todos os lados.
E sinto a falta dela.
Vindo pra mim. Sempre tão bela

Um sorriso perolizado e um embrulho na mão.
Um vestido curtinho
Mostrando seu corpo violão

E ao passar por mim, corro pro portão
Só pra olhar pra ti.
E enganar meu coração



Alexandre Boarro